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| Imagem: Conrado Portella |
Como se não bastasse o transtorno causado pelo bloqueio, o idoso ainda precisa se deslocar até um posto de atendimento do Jaé para buscar uma solução. Além disso, é obrigado a pagar uma taxa de R$ 25 para realizar o desbloqueio do cartão, mesmo sem qualquer comprovação de responsabilidade ou irregularidade por parte do beneficiário.
Outro ponto que chama a atenção é a falta de transparência nas informações disponibilizadas aos usuários. No próprio site do Jaé, encontrar explicações sobre as razões para o bloqueio do cartão ou sobre a cobrança da taxa de desbloqueio é uma tarefa difícil, o que aumenta a insegurança e a dificuldade enfrentadas pelos passageiros, especialmente pelos idosos, que muitas vezes dependem exclusivamente do transporte público para suas atividades diárias.
Esse caso se soma a uma série de diferentes relatos de passageiros que, desde a implantação definitiva do sistema, passaram a ter o Jaé como única opção para utilização do transporte público municipal. As reclamações abrangem diversos problemas e têm sido recorrentes entre os usuários.
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| Imagem: Gabriel de Paiva |
Vale destacar que, desde a semana passada, após uma atualização do aplicativo utilizada também para o pagamento do sistema Rio Rotativo, da Prefeitura do Rio, diversos passageiros passaram a relatar dificuldades para gerar o QR Code necessário para embarcar e efetuar o pagamento da passagem. O problema ampliou ainda mais as críticas ao sistema.
Também não se pode esquecer que, desde a criação do Jaé, centenas de ocorrências foram registradas por passageiros, incluindo relatos de recargas que não aparecem no sistema, cartões com saldo disponível que apresentam mensagem de saldo insuficiente no momento da validação, máquinas travadas dentro dos ônibus, falhas na geração do QR Code pelo aplicativo e, agora, a cobrança de taxa para desbloqueio de cartões de gratuidade bloqueados de forma questionável. Em diversas ocasiões, esses episódios foram classificados pela Prefeitura como problemas pontuais.
Diante da recorrência desses relatos, surge um questionamento inevitável: os casos de recargas que desaparecem, cartões com saldo que acusam "saldo insuficiente", validadores travados, falhas no aplicativo para geração do QR Code e cobranças de taxas para idosos que tiveram seus cartões bloqueados indevidamente são realmente problemas pontuais? Ou o conjunto dessas ocorrências evidencia uma deficiência sistêmica que o próprio município ainda não conseguiu solucionar?
Independentemente da resposta, o que se observa é que milhares de passageiros dependem diariamente do sistema para se deslocar pela cidade e esperam que um serviço essencial como o bilhete eletrônico funcione com confiabilidade, transparência e respeito aos seus usuários.
Também não se pode esquecer que, desde a criação do Jaé, centenas de ocorrências foram registradas por passageiros, incluindo relatos de recargas que não aparecem no sistema, cartões com saldo disponível que apresentam mensagem de saldo insuficiente no momento da validação, máquinas travadas dentro dos ônibus, falhas na geração do QR Code pelo aplicativo e, agora, a cobrança de taxa para desbloqueio de cartões de gratuidade bloqueados de forma questionável. Em diversas ocasiões, esses episódios foram classificados pela Prefeitura como problemas pontuais.
Diante da recorrência desses relatos, surge um questionamento inevitável: os casos de recargas que desaparecem, cartões com saldo que acusam "saldo insuficiente", validadores travados, falhas no aplicativo para geração do QR Code e cobranças de taxas para idosos que tiveram seus cartões bloqueados indevidamente são realmente problemas pontuais? Ou o conjunto dessas ocorrências evidencia uma deficiência sistêmica que o próprio município ainda não conseguiu solucionar?
Independentemente da resposta, o que se observa é que milhares de passageiros dependem diariamente do sistema para se deslocar pela cidade e esperam que um serviço essencial como o bilhete eletrônico funcione com confiabilidade, transparência e respeito aos seus usuários.

